O colombiano Badarik González, ex-marido de Mariana Maffeis, divulgou nesta terça-feira (1º) uma nota assinada por sua assessoria jurídica sobre a investigação de um furto de anel de prata. O caso ocorreu há cerca de dois meses em Ipoema, distrito de Itabira (MG), durante um festival local.
A Borcat Morello Advocacia informou que, até o momento, não houve oferecimento de denúncia contra González. Segundo os advogados, a ausência de denúncia significa que não existe uma acusação formal definindo quais crimes poderiam ser atribuídos ao investigado. O documento reforça a presunção de inocência e afirma que a repercussão do episódio prejudica a rotina pessoal e profissional do cliente.
A prisão aconteceu após seguranças do evento acusarem o professor de ioga de retirar um anel de prata exposto em um estande. No dia seguinte, o objeto foi encontrado no veículo de González durante uma revista. Ele obteve liberdade provisória no início de junho e cumpre medidas cautelares, como a atualização de endereço e comparecimento quando intimado pela Justiça.
Em desabafo nas redes sociais, González afirmou ter perdido trabalho como autônomo e sido dispensado de uma padaria em Botucatu (SP) devido à redução de clientes, situação que ele atribui ao julgamento público. O colombiano declarou que prefere que o caso seja analisado com base na investigação e na versão de todos os envolvidos.
O investigado também relatou que não fala com os dois filhos, de cinco e dois anos, há mais de um mês. González e Mariana Maffeis foram casados por seis anos e se separaram em julho do ano passado. A relação terminou após a solicitação de uma medida protetiva por parte de Maffeis, cujos detalhes não foram divulgados.
Atualmente, o contato entre o ex-casal ocorre apenas por meio de advogados. A defesa de González informou que os argumentos e esclarecimentos sobre o furto serão apresentados às autoridades responsáveis no momento adequado.


