A demolição da mansão apontada como a mais cara do Brasil, anunciada por R$ 220 milhões, começou nesta sexta-feira (4) no Jardim Pernambuco, bairro do Leblon, no Rio de Janeiro. O terreno de 11,5 mil metros quadrados dará lugar ao Estância Pernambuco, um condomínio fechado de dez casas de alto padrão desenvolvido pela incorporadora Mozak.
Sete das dez unidades previstas já foram vendidas, representando 70% do total. Segundo a imobiliária, os imóveis foram negociados por uma média de R$ 35 milhões, com valores entre R$ 24 milhões e R$ 42 milhões. Restam três casas disponíveis no projeto.
A incorporadora Mozak, que já entregou cem edifícios residenciais na cidade, desenvolve seu primeiro projeto de casas na Zona Sul. Os lotes terão entre 900 m² e 1.800 m², dimensões superiores à média de 500 m² da região, com a característica de serem terrenos planos.
Breno Elehep, diretor da Mozak, informou que apenas o esqueleto da mansão será demolido, pois os proprietários retiraram móveis e obras de arte nos últimos quatro meses. Ele explicou que os compradores são brasileiros, em maioria cariocas, incluindo empresários do mercado financeiro, advogados e nomes do agronegócio.
O condomínio contará com 10 mil metros quadrados de área de lazer, incluindo quadra de beach tennis, academia, campo de futebol e circulação interna por carrinhos de golfe. Todas as casas terão piscina de borda infinita, sauna seca e úmida, com vista para o mar do Leblon, a Lagoa Rodrigo de Freitas e o Cristo Redentor.
A segurança será dividida em três camadas: o controle de entrada do Jardim Pernambuco, o acesso ao Estância Pernambuco e a vigilância individual de cada residência. O sistema contará com câmeras e controle de acesso nas entradas e áreas próximas às casas.


