Mais de 13 milhões de eleitores do Rio de Janeiro escolhem dois senadores no primeiro turno das eleições, no dia 4 de outubro. Ao todo, 16 candidatos disputam as vagas, abrangendo perfis que vão de policiais militares reformados e metalúrgicos a ex-ministros e parlamentares.
Entre os concorrentes estão nomes com trajetória no Legislativo, como a deputada federal Benedita da Silva (PT), que volta a disputar o cargo após ter sido a primeira mulher negra eleita para o Senado em 1994. O deputado federal Pedro Paulo (PSD), que ocupa a cadeira desde 2011, e o deputado federal Carlos Jordy (PL) também integram a lista.
O pleito conta com ex-gestores municipais. Marcelo Crivella (Republicanos), ex-prefeito do Rio e ex-ministro da Pesca e Agricultura, tenta retornar ao Senado. Wagner dos Santos Carneiro, o Waguinho (Republicanos), ex-prefeito de Belford Roxo, concorre ao cargo pela primeira vez.
A disputa inclui perfis diversos, como André Monteiro (Democrata), policial militar reformado do Bope, e Luiz Eugenio (PCO), metalúrgico aposentado. Monica Benicio (Psol), arquiteta e vereadora, e Paula Falcão (PSTU), diretora do Sindicato Estadual dos Profissionais de Educação do Rio de Janeiro (Sepe-RJ), também buscam as vagas.
Outros candidatos são Carlos Portinho (PL), que assumiu o cargo como suplente; Luciano Mattos (PRTB), ex-procurador-geral de Justiça do Rio; e Helio Secco (Missão), biólogo e consultor ambiental. A lista é completada por Marcos Dias (Podemos), Michelly Xavier (UP), Ó Clemente (Democrata) e Vinicius Benevides (UP).
Os senadores eleitos terão a atribuição de fiscalizar o Poder Executivo, criar Comissões Parlamentares de Inquérito (CPI) e votar a nomeação de diplomatas, do Procurador-Geral da República (PGR) e de ministros do Supremo Tribunal Federal (STF).


