A automação e a inteligência artificial aceleram a necessidade de requalificação profissional, levando departamentos de recursos humanos a adotar as estratégias de upskilling e reskilling. Segundo o Fórum Econômico Mundial, 59% dos trabalhadores globais precisarão de nova qualificação até 2030 para manter a empregabilidade ou migrar de função.
O upskilling foca no aprofundamento de competências em funções já existentes, enquanto o reskilling prepara o colaborador para cargos totalmente novos ou mudanças estruturais no negócio. Joyce Guedes, head comercial do eduhub, explicou que a escolha entre os modelos depende se o objetivo é aprimorar a função atual ou preparar o profissional para novas demandas.
Dados da consultoria Gallup indicam que organizações que priorizam o desenvolvimento de funcionários registram lucratividade até 23% maior e redução de 21% na rotatividade. Um estudo do LinkedIn complementa que 94% dos profissionais permaneceriam mais tempo em companhias que oferecem programas consistentes de aprendizagem.
A ausência de capacitação contínua impacta o clima organizacional e gera estagnação, comprometendo o engajamento. Amanda Galindo, head de marketing do eduhub, afirmou que a cultura de aprendizado permite que as equipes se adaptem mais rápido às mudanças constantes das empresas.
Para viabilizar a implementação, plataformas de benefícios educacionais reúnem instituições de ensino para adequar cursos ao orçamento corporativo. O eduhub oferece acesso a 15 mil opções de formação com descontos de até 85% em mensalidades de parceiros como ESPM, FIAP e Estácio.
Os departamentos de RH monitoram o retorno desse investimento por meio de indicadores como a taxa de retenção de talentos e a quantidade de vagas internas preenchidas por promoções, reduzindo a dependência de contratações externas.


