O Governo do Estado do Rio de Janeiro mobiliza 1.740 policiais civis para reforçar a segurança durante o Rock in Rio 2026. Desse total, 725 agentes atuarão diretamente na Cidade do Rock, no Parque Olímpico da Barra da Tijuca, com foco na prevenção e repressão a furtos e roubos de celulares nesta quinta-feira (3).
A operação utiliza policiais uniformizados e à paisana. Para agilizar o registro de ocorrências, a Polícia Civil instala seis pontos com tablets e conta com o apoio da Central de Flagrantes Digital (CFDigital). Uma extensão da 16ª DP (Barra da Tijuca) funciona dentro da estrutura do evento, em parceria com o Juizado Especial do Torcedor e dos Grandes Eventos.
Unidades policiais próximas ao festival também recebem reforço. O esquema abrange a 32ª DP (Taquara), a 42ª DP (Recreio dos Bandeirantes) e a Delegacia de Apoio ao Turismo (Deat). O monitoramento é integrado entre a Subsecretaria de Inteligência (SSINTE), o Centro de Operações da Cidade do Rock e outras forças de segurança.
Equipes de delegacias especializadas atendem ocorrências envolvendo mulheres, crianças, adolescentes, idosos, turistas e vítimas de crimes raciais ou de intolerância. Participam do acolhimento e encaminhamento dos casos a Delegacia de Atendimento à Mulher (Deam), a Delegacia da Criança e do Adolescente (DCA) e a Delegacia Especial de Atendimento à Pessoa da Terceira Idade (Deapti).
O suporte técnico para exames e procedimentos especializados fica a cargo de peritos criminais e médicos-legistas, que permanecem de plantão durante o festival. A Delegacia de Apoio ao Turismo e a Delegacia de Crimes Raciais e Delitos de Intolerância (Decradi) também integram o contingente de atendimento.


