Os cavalos Leon Salvaje, entre os machos, e Oferenda da Tamanca, entre as fêmeas, conquistaram os títulos do Freio de Ouro 2026 nesta segunda-feira (7). A prova, considerada a máxima da raça Crioula, ocorreu na Arena do Cavalo Crioulo durante a 49ª Expointer, com a participação de 106 conjuntos.
A égua Oferenda da Tamanca, da Estância Tamanca, de Santa Vitória do Palmar (RS), foi conduzida pelo ginete Ricardo Gigena Wrege. O proprietário do animal, Luciano Sperotto Terra, afirmou que a égua merecia a vitória e manteve a tranquilidade durante a prova. Wrege também venceu o Freio de Prata com Iluminada do Rio Negro, da Estância Rio Negro, em Bagé (RS).
Entre os machos, o título foi para Leon Salvaje, da Cabaña Chimango, de Melo, Cerro Largo (Uruguai), montado por Tomaz Gonçalves. O ginete declarou que a conquista representou a realização de um sonho e incentivou outros profissionais da área a persistirem no trabalho e na dedicação.
O Freio de Prata na categoria masculina ficou com Pacífico Cupertino Corazón, da La Pacífica, de Paysandú (Uruguai), conduzido por Gabriel Viola Marty. O Freio de Bronze foi vencido por Patronato Cala Bassa-TE, com José Fonseca Macedo, enquanto o Freio de Alpaca foi para Capanegra Espartano, da Cabanha Capanegra, de Dom Pedrito (RS), com Eduardo Weber de Quadros.
No grupo das fêmeas, o Freio de Bronze foi para Capanegra Doña Guinda-TE, também da Cabanha Capanegra, conduzida por Weber de Quadros. O Freio de Alpaca foi conquistado por Belle Porcelana, da Fazenda Paraíso, de Balsa Nova (PR), montada por Daniel Waihrich Marim Teixeira.
O presidente da Associação Brasileira de Criadores de Cavalos Crioulos (ABCCC), André Luiz Narciso Rosa, disse que a prova é a maior atração da feira e serve como vitrine internacional para a funcionalidade e a genética da raça. A comissão julgadora apontou a evolução dos exemplares apresentados nesta edição.


