Museus e centros culturais do Rio de Janeiro apresentam, nesta semana, diversas exposições temporárias, com destaque para a mostra imersiva “Jobim-açu”, que explora a relação de Tom Jobim com a Mata Atlântica, e a celebração dos 50 anos do Museu Carmen Miranda com a exposição “Carmen: Rio remix”.
No Centro Cultural Banco do Brasil (CCBB), a retrospectiva “Vik Muniz – A olho nu” reúne mais de 200 obras, sendo 20 inéditas, com permanência até 12 de outubro. O espaço também sedia a mostra “Amazônicas: poéticas femininas”, que apresenta 80 trabalhos de 21 artistas contemporâneas do Pará, Acre e Amazonas até 16 de novembro.
A Casa Firjan exibe a exposição “O Brasil na Garrafa”, focada na cultura da cachaça, até 4 de outubro, e a mostra de fotografia contemporânea “Arqueiros na espiral do tempo” até 20 de setembro. Já a Casa Roberto Marinho recebe as obras de Waltercio Caldas, produzidas entre 1967 e 2025, com visitação até 11 de outubro.
No Museu de Arte do Rio (MAR), estão em cartaz a mostra de Zanele Muholi, com fotografias da comunidade negra LGBTQIAPN+ até 28 de setembro, e a exposição de Sebastião Pires de Oliveira, que registra o cotidiano do Morro da Providência até 29 de novembro. A mostra “Cipó”, com pinturas do povo Huni Kuin, segue até fevereiro.
Outras opções incluem a “Coleção Ingá: Brasil plural” no Centro Cultural da Justiça Federal, com obras de Tarsila do Amaral e Di Cavalcanti até 27 de setembro, e a exposição “Síntese”, no Museu do Amanhã, que aborda a relação entre humanidade e tecnologia até 29 de setembro.
A maioria dos espaços, como a Caixa Cultural e o Centro Cultural Correios, oferece entrada gratuita. O Museu de Arte do Rio cobra R$ 20, com gratuidade às terças-feiras, enquanto o Museu do Amanhã possui ingressos a R$ 40, com tarifa reduzida de R$ 10 todo dia 10.


