O deputado federal Nikolas Ferreira (PL-MG) repudiou a suspensão da campanha presidencial de Renan Santos (Missão), determinada nesta segunda-feira (31), pelo ministro Dias Toffoli, do Supremo Tribunal Federal (STF) e do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), sob a alegação de omissão de contas em redes sociais.
A medida impede que o candidato realize atividades de campanha, participe de debates eleitorais ou acesse recursos do Fundo Eleitoral. A decisão do magistrado baseou-se em supostas irregularidades na prestação de contas digitais do postulante.
Nikolas Ferreira afirmou que a determinação de Toffoli é preocupante e abre um péssimo precedente para o processo eleitoral. O parlamentar mineiro manifestou-se contra a restrição imposta ao adversário político.
Apesar do repúdio ao veto, o congressista criticou o histórico do grupo ligado ao Movimento Brasil Livre (MBL). Segundo Ferreira, a organização teria colaborado com a censura no país e apoiado ações contra a direita em momentos anteriores.
O deputado defendeu a candidatura de Flávio Bolsonaro como alternativa para resguardar a liberdade brasileira na hipótese de uma reeleição do presidente Lula.

