Dois policiais espanhóis admitiram ter assediado laboralmente, e um deles também sexualmente, uma colega durante dois anos na Embaixada da Espanha em Argel, na Argélia. A confissão dos crimes, confirmada por fontes da Audiência Nacional nesta quarta-feira (2), permitirá que ambos evitem a prisão.
A promotoria solicitava inicialmente penas de seis anos de reclusão para os dois agentes. Com a assunção dos delitos, o Ministério Público aceitou reduzir as condenações.
Um dos condenados, acusado apenas de assédio laboral, recebeu pena de seis meses. O segundo agente, também condenado por assédio sexual, terá pena de um ano e meio.
Os três policiais envolvidos no caso estavam destinados à missão diplomática em Argel até o ano de 2024. A decisão foi tomada durante a sessão de julgamento realizada nesta manhã.
A sentença definitiva ainda será redigida pelo tribunal. A apuração do caso foi confirmada por fontes judiciais presentes na sala de julgamento da Audiência Nacional.


