A Prefeitura do Rio disponibiliza 1.331 vagas de emprego nesta semana, das quais 448 são destinadas a pessoas com deficiência (PCDs). As oportunidades, divulgadas pela Secretaria Municipal de Trabalho e Renda (SMTE), contemplam diferentes níveis de escolaridade e estão distribuídas por diversas regiões da cidade.
O volume de postos para pessoas com deficiência mais que dobrou em comparação à semana anterior, quando a prefeitura oferecia 1.169 vagas, sendo 211 exclusivas para PCDs. Entre as funções inclusivas desta semana, destacam-se 150 postos para auxiliar de serviços gerais, 50 para operador de caixa, 14 para mecânico de refrigeração e nove para eletricista de manutenção.
Para candidatos em busca do primeiro emprego, a SMTE oferece 700 vagas de operador de teleatendimento que não exigem experiência anterior. Há também dez postos para auxiliar de cozinha e dois para ajudante de depósito. Já profissionais com experiência podem concorrer a vagas de atendente de loja (100), vendedor interno (20), chapeiro (15), copeira de hospital (6) e cozinheiro hospitalar (3).
O secretário municipal de Trabalho e Renda, Manoel Vieira, afirmou que o objetivo é fazer com que a vaga chegue a quem mais precisa. Segundo Vieira, a prefeitura utiliza o programa Trabalha Rio para ir até os bairros, pois o deslocamento até postos de atendimento representa um esforço maior para pessoas com deficiência.
As inscrições podem ser feitas pelo portal Oportunidades Cariocas ou presencialmente em unidades da Central do Trabalhador, de segunda a sexta-feira, das 8h às 16h. É necessário apresentar RG, CPF, PIS e currículo. Candidatos com deficiência podem enviar currículos para o e-mail [email protected] ou procurar o Centro Integrado de Atenção à Pessoa com Deficiência (CIAD), na Avenida Presidente Vargas, 1.997, no Centro.
A SMTE mantém unidades de atendimento no Centro, Cidade Nova, Campo Grande, Engenho Novo, Ilha do Governador, Jacarepaguá, Santa Cruz e Tijuca. A secretaria também promove ações itinerantes com orientação profissional e cadastro de trabalhadores nos bairros.


