O PSD possui a maior quantidade de candidatos competitivos na disputa pelos governos estaduais, com sete filiados liderando ou empatados tecnicamente em primeiro lugar. O dado consta em levantamento baseado nas pesquisas mais recentes registradas no Tribunal Superior Eleitoral (TSE), realizado a cerca de um mês do primeiro turno das eleições, em 4 de outubro.
O PL, partido do senador Flávio Bolsonaro, aparece na sequência com cinco nomes em posição competitiva. O PT, MDB e Republicanos registram quatro candidatos cada. Já o União Brasil e o PP possuem três nomes, enquanto o PSDB tem dois. O PDT e o Podemos contam com um candidato cada em situação de liderança ou empate técnico.
No total, 34 postulantes são considerados competitivos. Desse grupo, 15 são filiados a legendas de direita, 14 ao centro e cinco a partidos de esquerda. A apuração considerou como competitivos os candidatos que lideram isoladamente a intenção de voto ou que aparecem empatados no primeiro lugar dentro da margem de erro.
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva tem apoio em 27 Estados, com alianças em 15 unidades e candidatos próprios em 12. Dessas opções, 11 aparecem em posição competitiva, com destaque para Amazonas, Ceará, Rio de Janeiro e Rio Grande do Sul. O PT firmou as alianças para viabilizar esses palanques.
O senador Flávio Bolsonaro conta com 12 palanques encabeçados pelo PL, dos quais 10 estão em posição competitiva. A força do senador se concentra em locais como São Paulo, Minas Gerais, Paraná e Distrito Federal. No Pará, as pesquisas indicam empate entre os palanques dos dois políticos.
Sete unidades da Federação não possuem palanques competitivos para nenhum dos dois lados. Estão nessa lista os Estados do Acre, Amapá, Maranhão, Tocantins, Goiás, Espírito Santo e Pernambuco. Os dados do eleitorado foram atualizados pelo TSE até 1º de setembro.


