A tecnologia de tuneladoras de pequeno porte, conhecida como tatuzinho, começa a ser utilizada nesta terça-feira (1º) para a instalação de coletores de esgoto em Duque de Caxias. O equipamento abrirá caminho subterrâneo para 9,8 km de tubulações, evitando que grandes valas sejam abertas no asfalto do município.
A operação envolve investimentos de R$ 300 milhões na cidade. O objetivo é impedir que 29 milhões de litros de esgoto, volume equivalente a 11 piscinas olímpicas, sejam despejados diariamente no Rio Farias, um dos principais cursos d’água da região.
A medida reforça o cinturão de proteção da Baía de Guanabara. Esse volume de detritos se somará aos 134 milhões de litros que já deixam de cair todos os dias no ecossistema em recuperação.
A tecnologia, anteriormente utilizada em obras do metrô, já atua na construção de esgotamento sanitário no conjunto de favelas da Maré e em São Gonçalo, ambos no entorno da baía.
Nilópolis será o próximo município a receber as obras com o uso do tatuzinho, com previsão de início para o final deste mês.


