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Expansão fiscal e riscos geopolíticos impulsionam ouro e Bitcoin, afirma Nord

Fernanda Scano
Tempo: 1 min.

A expansão fiscal global, especialmente no contexto pós-pandemia, tem gerado desvalorização das moedas locais, estimulando uma maior busca por ativos tangíveis como o ouro e criptomoedas como o Bitcoin. De acordo com analistas da Nord Investimentos, essa situação se agrava com a incerteza geopolítica, levando os investidores a repensarem suas estratégias de alocação de recursos.

Os governos têm enfrentado um aumento significativo de gastos, o que, aliado à instabilidade nas relações internacionais, torna o ouro uma opção viável para a proteção de patrimônio. A recente invasão da Ucrânia pela Rússia e as sanções subsequentes também elevaram o interesse por criptomoedas, já que estas possibilitam transferências de valores sem intermediários financeiros, como bancos.

O crescimento do apetite por esses dois tipos de ativos sugere uma mudança nas estratégias de investimento, onde a diversificação é vista como essencial para mitigar riscos. Especialistas recomendam que os investidores considerem dar uma maior ênfase à alocação em ativos globais, incluindo uma porcentagem de criptomoedas, como forma de proteção contra a volatilidade econômica e a inflação crescente.

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