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Promotora confirma que joias roubadas do Louvre ainda não foram encontradas

Jackelline Barbosa
Tempo: 1 min.

Em 19 de outubro, quatro ladrões invadiram o Museu do Louvre, em Paris, e roubaram joias avaliadas em US$102 milhões. O crime, que durou entre seis a sete minutos, expôs falhas de segurança do museu mais visitado do mundo. Até o momento, as joias permanecem desaparecidas, conforme afirmou a promotora de Paris, Laure Beccuau.

A promotora revelou que dois homens, detidos no último fim de semana, foram reconhecidos como suspeitos do roubo, mas não há indícios de que funcionários do museu tenham colaborado. Os ladrões utilizaram um guindaste para quebrar uma janela do andar superior e conseguiram escapar em motocicletas. A segurança do Louvre foi criticada, levando à transferência de algumas joias para o Banco da França sob escolta policial.

O roubo gerou repercussões significativas na França, levantando questões sobre a segurança de um patrimônio cultural de importância nacional. Beccuau expressou esperança de que as joias sejam recuperadas e devolvidas ao museu e à nação. O incidente marca uma reflexão sobre a vulnerabilidade de instituições icônicas e a necessidade de reforço nas medidas de segurança.

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