Empresas britânicas reavaliam políticas éticas após críticas da administração Trump

Carlos Eduardo Silva
Tempo: 2 min.

Mais da metade das empresas no Reino Unido estão mudando suas abordagens em relação às políticas éticas e práticas. Essa mudança decorre das críticas dirigidas pela administração Trump à chamada agenda ‘woke’, que gerou um retrocesso nas iniciativas de diversidade, equidade e inclusão (DEI) nos Estados Unidos. Uma pesquisa revelou que 250 conselheiros gerais e diretores jurídicos de grandes organizações britânicas estão reavaliando suas políticas em resposta a essa pressão externa.

O estudo destacou que muitas dessas organizações estão não apenas revisando, mas, em alguns casos, descartando completamente suas políticas relacionadas à DEI. Essa tendência reflete um movimento mais amplo, onde a oposição a tais iniciativas nos EUA influenciou o cenário corporativo britânico. A pressão política e social parece estar moldando as decisões empresariais, levando à reavaliação das prioridades éticas das empresas.

As implicações dessa mudança podem ser significativas, não apenas para as empresas britânicas, mas também para o futuro das iniciativas de inclusão e diversidade globalmente. A tendência de afastamento dessas políticas pode gerar discussões sobre a responsabilidade social das empresas e suas funções em um ambiente cada vez mais polarizado. À medida que mais organizações reavaliam suas diretrizes, o impacto sobre a cultura corporativa e a sociedade como um todo merece atenção.

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