No dia 12 de novembro, militares de alto escalão dos Estados Unidos, incluindo o secretário de Defesa, apresentaram a Donald Trump opções de operações militares na Venezuela. Essas discussões surgem em um cenário de intensificação das tensões entre os dois países, exacerbadas pelo envio de tropas americanas ao Caribe e Pacífico, conforme informado pela CBS News.
A mobilização militar dos EUA na América Latina tem gerado alarmes, com planos que incluem ataques a instalações militares venezuelanas. A diretora de Inteligência Nacional não participou das reuniões, enquanto o Secretário de Estado estava em compromisso no Canadá. As operações estão ligadas a alegações de vínculos entre o governo venezuelano e o narcotráfico, aumentando as especulações sobre um possível objetivo de derrubar o presidente Maduro.
As ações americanas incluem bombardeios em barcos de organizações consideradas terroristas, resultando em mortes que provocaram críticas sobre possíveis violações do direito internacional. Maduro, em resposta, ativou uma nova estrutura de defesa nacional, indicando a disposição do governo venezuelano para resistir a qualquer agressão. A situação continua a evoluir, com implicações significativas para a estabilidade regional e as relações entre os dois países.

