Na madrugada desta sexta-feira (14), o Sol passou por sua segunda erupção mais forte de 2025, classificada como X4, menos de 72 horas após um evento anterior de X5.2. A explosão se originou do grupo de manchas solares AR4274 e resultou em apagões de rádio R3 em regiões iluminadas da Terra, com os impactos mais severos concentrados na África central e oriental.
O evento ocorre em um contexto de intensa atividade solar, com três erupções de classe X registradas desde domingo (9). O ciclo solar atual, denominado Ciclo Solar 25, está caracterizado por uma série de manchas que emitem jatos de plasma e campos magnéticos, conhecidos como ejeções de massa coronal. Especialistas alertam que a ejeção gerada pela erupção pode impactar o campo magnético da Terra no próximo domingo (16), potencialmente provocando tempestades geomagnéticas.
Com a região ativa do Sol se movendo, as observações continuam focadas na AR4274, que ainda apresenta condições para novas erupções. Outras áreas de interesse incluem a AR4276 e AR4280, que, embora tenham mostrado variações na atividade, não apresentam a mesma intensidade. Essa sequência de eventos solares destaca a importância do monitoramento das atividades solares e suas possíveis consequências para a Terra.

