Sarah Jessica Parker pode popularizar bolsas abertas? A moda em debate

Rafael Barbosa
Tempo: 2 min.

Sarah Jessica Parker, renomada atriz e ícone de moda, é o centro de uma nova discussão sobre as bolsas abertas, após a Vogue questionar sua capacidade de transformar essa tendência em sucesso. Um modelo da Fendi, que exibe seu forro de lantejoulas roxas, foi destacado como parte de uma nova coleção que inclui marcas renomadas como Loewe, Chanel e Louis Vuitton. Apesar de ser considerado “chic” pela Vogue, o modelo também é descrito como polarizador, levantando dúvidas sobre sua aceitação pelo público.

A popularidade de Parker no mundo da moda é inegável, com seu personagem Carrie Bradshaw, de Sex and the City, influenciando tendências por anos. Desde colares com nomes até corsagens imensas, Parker tem o poder de fazer uma moda inusitada ganhar destaque. Com a recente venda rápida da bolsa de pombo que ela usou na série “And Just Like That”, muitos se perguntam se sua influência poderá, mais uma vez, redefinir o que é considerado estiloso.

As implicações dessa discussão sobre bolsas abertas vão além da mera estética; refletem também um embate entre a tradição e a inovação na moda. À medida que a indústria explora novas direções, o papel de figuras como Parker se torna crucial para moldar as preferências do consumidor. O desdobramento dessa tendência poderá afetar não apenas as coleções futuras, mas também a forma como as mulheres se relacionam com suas bolsas em um mundo repleto de segredos e intimidades.

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