Em 25 de novembro, a União Europeia deu aval ao Documento Programático de Orçamento da Itália para 2026. A aprovação ocorre em meio a uma investigação sobre o risco de déficit excessivo que ainda paira sobre o país. Apenas 12 dos 27 Estados-membros conseguiram apresentar propostas orçamentárias em conformidade com as diretrizes da Comissão Europeia.
O ministro da Economia da Itália, Giancarlo Giorgetti, comemorou a decisão de Bruxelas, afirmando que isso confirma que o governo está adotando uma abordagem responsável em suas políticas fiscais. Além da Itália, outros países, como Alemanha e França, também tiveram seus orçamentos aprovados, permitindo a continuidade de suas estratégias financeiras. Contudo, a Itália ainda aguarda dados sobre o fechamento de 2025, que serão divulgados no segundo trimestre de 2026.
O governo italiano prevê que o déficit fiscal se estabeleça em 3% do PIB até o final de 2025, com a meta de redução para 2,8% em 2026. A situação fiscal da Itália e de outros países sob investigação, como a Bélgica e a Polônia, poderá influenciar as decisões futuras da União Europeia em relação à política orçamentária. O cenário continua a exigir monitoramento atento, dada a fragilidade econômica que pode impactar a região.

