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Economia

Pinkfong realiza IPO após desafios na monetização de ‘Baby Shark’

Rafael Barbosa
Última atualização: 29 de novembro de 2025 00:34
Rafael Barbosa
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Tempo: 2 min.
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A Pinkfong Co., criadora da icônica música ‘Baby Shark’, começou a negociar suas ações na Bolsa de Valores de Seul neste mês, após uma procura intensa por parte dos investidores em sua oferta pública inicial (IPO). A empresa arrecadou 76 bilhões de won, aproximadamente R$ 282 milhões, com suas ações sendo vendidas a 38 mil won cada, o que representou o valor máximo da faixa de preço estipulada. O entusiasmo foi tão grande que os investidores se ofereceram para comprar mais de 600 vezes a quantidade de ações disponíveis durante a estreia, que ocorreu em 17 de novembro de 2025.

O sucesso do IPO ocorre em um momento em que o entretenimento coreano ganha destaque global, impulsionado pela popularidade de grupos de K-pop. A Pinkfong, que enfrenta desafios na monetização de conteúdo infantil devido a restrições de publicidade, busca diversificar suas operações além de ‘Baby Shark’. Com um portfólio que inclui personagens como Bebefinn e Sealook, a empresa pretende se estabelecer como uma produtora de mídia completa e ampliar suas fontes de receita através de licenciamento e produtos derivados.

Os analistas observam que o investimento na Pinkfong pode ser comparado a uma aposta de alto risco, semelhante ao que ocorreu com a SAMG Entertainment Co., que viu um crescimento explosivo este ano. Apesar das dificuldades enfrentadas, a Pinkfong registrou um aumento de 11% em sua receita em 2024, e um lucro operacional quase quatro vezes maior que o do ano anterior. O futuro da empresa será definido por sua capacidade de navegar pelas complexidades do mercado e capitalizar sobre o fenômeno de ‘Baby Shark’ enquanto busca expandir sua presença no setor de entretenimento infantil.

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