A Palantir intensificou sua ação judicial contra ex-funcionários, incluindo o CEO da Percepta AI, Hirsh Jain, nesta quinta-feira. A empresa acusa Jain, juntamente com a cofundadora Radha Jain e a ex-funcionária Joanna Cohen, de violar acordos de não solicitação, ao aliciar talentos e utilizar propriedade intelectual da Palantir para criar uma competição direta. O processo foi protocolado no Tribunal Distrital dos EUA para o Distrito Sul de Nova York.
Segundo a Palantir, os réus foram confiados com informações sensíveis da empresa, que incluem código-fonte e estratégias de engajamento. A empresa afirma que os réus optaram por um caminho de concorrência desleal, desrespeitando compromissos contratuais. Hirsh Jain, que saiu da Palantir em agosto de 2024, é acusado de recrutar outros funcionários para a Percepta, com mensagens que revelam seu plano de aliciar talentos da Palantir.
A Palantir busca que os réus devolvam informações confidenciais e sejam impedidos de trabalhar na Percepta ou na investidora General Catalyst por um período de 12 meses. O desdobramento desse processo pode impactar significativamente a nova startup e suas operações, além de levantar questões sobre a ética na competição entre empresas de tecnologia. O caso reflete as tensões crescentes no setor de inteligência artificial, onde a luta por talentos é acirrada.

