James Cameron, em entrevista à revista VEJA, destacou sua recusa em utilizar inteligência artificial para substituir atores em sua obra cinematográfica. O cineasta se prepara para o lançamento de ‘Avatar: Fogo e Cinzas’, que estreia nos Estados Unidos no dia 18 de dezembro de 2025, e ressalta a importância da empatia nas relações humanas e entre os Na’vis, os habitantes da lua fictícia Pandora.
Neste terceiro filme da franquia, Cameron aborda temas como a autodestruição e os conflitos entre humanos e Na’vis, refletindo sobre a natureza humana e as consequências de nossas ações. O diretor, que já criou obras marcantes como ‘O Exterminador do Futuro’, explica que sua abordagem com a captura de movimento é distinta da IA generativa, enfatizando que a qualidade técnica sempre foi uma prioridade em suas produções.
Cameron também mencionou que, após duas décadas dedicadas a Pandora, ele pode transferir a responsabilidade da franquia para outros criadores, dependendo do sucesso de ‘Fogo e Cinzas’. Com bilhões de dólares em bilheteira acumulados, a saga Avatar se tornou um marco na indústria cinematográfica, mas o diretor permanece focado em manter a integridade da narrativa e sua mensagem ecológica.


