Na manhã de 12 de dezembro de 2025, a Câmara dos Deputados foi surpreendida por uma operação da Polícia Federal que mirou a assessora Mariângela Fialek, conhecida como ‘Tuca’. Parlamentares manifestaram preocupação com a situação, que intensifica o já tenso relacionamento entre os Três Poderes, com alguns referindo-se a um ‘clima de guerra’.
A investigação aponta Tuca como integrante de uma estrutura que supostamente desviava emendas do orçamento secreto, com ligações diretas a ex-líderes da Câmara. Deputados do Centrão, que a consideram uma aliada, expressaram sua indignação e enfatizaram a falta de transparência nas práticas orçamentárias. A PF destacou que a operação revelou um desprezo pelas formalidades necessárias, levando a questionamentos sobre a destinação de recursos públicos.
As implicações da operação podem ser profundas, gerando um ambiente ainda mais conturbado entre Executivo, Legislativo e Judiciário. Muitos congressistas acreditam que essa ação judicial pode resultar em um fortalecimento da posição do Judiciário, enquanto a relação com o Legislativo se deteriora. As recentes decisões da Câmara, como a suspensão de um deputado, também indicam um clima de instabilidade que pode afetar futuras tramitações legislativas.

