No início de dezembro, o INSS anunciou o bloqueio de novas averbações de crédito consignado do Agibank, que está sob investigação da Controladoria Geral da União e da Polícia Federal. O banco, que também recebeu multas do Procon, se manifestou sobre a decisão, alegando que não foi comunicado previamente e que não teve a oportunidade de se defender.
Em uma nota oficial, o Agibank destacou que todos os seus contratos seguem protocolos rígidos de segurança, incluindo biometria facial e validação documental. O banco nega a ocorrência de contratações irregulares, mas se compromete a corrigir eventuais falhas caso sejam confirmadas, sem repassar custos aos clientes ou ao INSS. Além disso, o Agibank solicitou acesso aos autos do INSS para uma análise detalhada das irregularidades apontadas.
Apesar do bloqueio para novos consignados, o banco garante que suas demais operações e o pagamento de benefícios continuam normalmente. A situação levanta questões sobre a segurança e a transparência nas práticas do Agibank, enquanto a investigação prossegue e a empresa busca resolver as alegações de forma adequada.

