EUA retiram sanções de Alexandre de Moraes e geram reações no Brasil

Isabela Moraes
Tempo: 2 min.

O governo dos Estados Unidos anunciou nesta sexta-feira, 12 de dezembro, a retirada dos nomes do ministro Alexandre de Moraes e de sua esposa, Viviane Barci de Moraes, da lista de sanções da Lei Magnitsky. A decisão gerou uma onda de comemorações entre políticos brasileiros, que interpretaram o ato como uma vitória do presidente Luiz Inácio Lula da Silva e uma derrota para a família Bolsonaro.

A ministra-chefe da Secretaria de Relações Institucionais, Gleisi Hoffman, expressou em suas redes sociais que a revogação das sanções é um reflexo do diálogo entre Lula e o governo americano. Outros líderes, como o deputado Lindbergh Farias, também celebraram a decisão, destacando-a como um triunfo da democracia e da soberania brasileira. Entretanto, membros da família Bolsonaro lamentaram a decisão, considerando-a uma perda significativa para suas estratégias políticas.

A Lei Magnitsky, que impôs sanções a Moraes em julho sob a administração Trump, gerou controvérsias no cenário político brasileiro. A retirada das sanções pode impactar as relações entre os dois países e a dinâmica política interna, especialmente para a família Bolsonaro, que buscava apoio internacional. A situação revela as tensões persistentes no Brasil e as diferentes interpretações sobre o papel do governo dos EUA em questões de direitos humanos e liberdade política.

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