Em 12 de dezembro de 2025, o governo dos Estados Unidos excluiu o ministro do Supremo Tribunal Federal, Alexandre de Moraes, da lista de sanções da Lei Magnitsky. Essa decisão encerra um período de seis meses em que Moraes enfrentou restrições financeiras e administrativas, uma situação que começou com a pressão política de Eduardo Bolsonaro e evoluiu para sanções sob a administração Trump.
As sanções impostas ao ministro refletiam uma complexa interação de política interna e externa, envolvendo negociações diplomáticas entre Brasil e Estados Unidos. A escalada das tensões teve início com ações de Eduardo Bolsonaro nos EUA, buscando apoio para punir Moraes por supostas violações de direitos. Com o tempo, o tema ganhou destaque na política internacional, influenciando as relações bilaterais entre os dois países e impactando o ambiente político no Brasil.
A retirada das sanções representa um passo significativo para a normalização das relações entre Brasil e EUA, especialmente após meses de embates diplomáticos. Interlocutores do governo brasileiro argumentaram que a remoção das sanções pessoais era essencial para restaurar a confiança entre as nações. Este desfecho pode abrir caminho para um diálogo mais produtivo, refletindo uma mudança na abordagem política de ambas as partes.

