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Acordo de Paris completa 10 anos com desafios para metas climáticas

Bruno de Oliveira
Tempo: 2 min.

O Acordo de Paris, principal tratado internacional sobre mudanças climáticas, completa uma década de existência nesta sexta-feira (12). Adotado durante a COP21 em 2015, ele se tornou um marco na luta contra a crise ambiental, embora a Organização das Nações Unidas (ONU) tenha alertado que o mundo está distante de cumprir a meta de limitar o aquecimento global a 1,5 graus Celsius. Esse limite é considerado crucial para evitar impactos severos e irreversíveis.

Recentemente, o Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas (IPCC) apontou que as emissões globais precisam ser reduzidas em 43% até 2030 para que a meta de 1,5°C ainda seja viável. A pressão aumenta sobre os países para que reforcem suas Contribuições Nacionalmente Determinadas (NDCs) e acelerem a transição para economias de baixo carbono. O secretário-geral da ONU, António Guterres, destacou que a próxima década deve ser marcada por ações climáticas mais intensas e efetivas.

Os últimos dez anos foram os mais quentes já registrados, e Guterres enfatizou que, embora o Acordo de Paris tenha contribuído para desviar o rumo do aquecimento global, ainda há muito a ser feito. Durante a COP30 em Belém, líderes mundiais reconheceram a importância de agir rapidamente para controlar o aumento das temperaturas. O chamado à ação é claro: é preciso um plano robusto que una ambição, adaptação e financiamento para garantir um futuro sustentável.

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