Polícia australiana classifica massacre em Sydney como ato terrorista

Rafael Barbosa
Tempo: 1 min.

A polícia federal da Austrália declarou que o ataque a tiros ocorrido na praia de Bondi, em Sydney, durante a celebração de Hanucá, foi um ato terrorista inspirado pelo Estado Islâmico. O ataque, que resultou na morte de 15 pessoas, envolveu um pai e seu filho, sendo que o pai foi morto em confronto com a polícia e o filho permanece hospitalizado.

O primeiro-ministro Anthony Albanese destacou que a investigação revelou a presença de bandeiras do Estado Islâmico no veículo dos suspeitos, além de confirmar que ao menos 25 pessoas estão internadas, com dez em estado crítico, incluindo crianças. As autoridades estão analisando uma recente viagem dos suspeitos às Filipinas e apreenderam dispositivos explosivos improvisados no carro ligado ao ataque.

Esse incidente reabriu o debate sobre o controle de armas na Austrália, levando líderes políticos a prometerem um endurecimento nas leis de posse de armas. O fato de o suspeito mais velho ter adquirido seis armas legalmente levanta preocupações sobre as lacunas no sistema de controle de armas do país, evidenciando a necessidade de uma revisão nas políticas de segurança.

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