O Talibã adotou uma nova medida restritiva em relação às mulheres no Afeganistão ao colocar guardas nas sedes da ONU, impedindo que elas acessem seus locais de trabalho. Essa decisão foi tornada pública em 17 de dezembro de 2025 e reflete a crescente opressão de gênero sob o regime talibã, que tem perseguido políticas de segregação desde sua volta ao poder.
A presença de guardas nas instalações da ONU destaca a deterioração dos direitos das mulheres no país, que já enfrentam inúmeras restrições. Essa ação não apenas afeta diretamente a vida profissional das mulheres, mas também levanta questões sobre o papel das organizações internacionais em um contexto onde seus funcionários locais são impedidos de trabalhar. O cenário é alarmante e pode resultar em repercussões negativas para a assistência humanitária no Afeganistão.
A mudança nas políticas do Talibã tem implicações sérias para os direitos humanos e para a comunidade internacional, que já expressou preocupação com a situação no país. A restrição ao trabalho feminino pode agravar a crise humanitária e dificultar a recuperação social e econômica do Afeganistão. O mundo observa atentamente como essa situação se desenrolará, especialmente em relação à resposta das Nações Unidas e de outras entidades globais.

