No dia 18 de dezembro de 2025, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva participou de uma coletiva de imprensa em Brasília, onde se destacou a ausência do ministro da Comunicação Social. A entrevista, que durou cerca de uma hora e meia, contou com a presença do ministro da Fazenda, Fernando Haddad, que foi frequentemente citado por Lula, que utilizou anotações para responder às perguntas dos jornalistas.
Durante a coletiva, Lula elogiou Haddad, mas também provocou um momento de constrangimento ao insinuar que gostaria de vê-lo como candidato nas eleições de 2026 em São Paulo. O ministro, que afirmou não ter intenção de concorrer, parecia incomodado com a situação, enquanto o ministro da Casa Civil, Rui Costa, reagiu com risadas. A ausência de Sidônio Palmeira, que anteriormente ajudou Lula com orientações durante entrevistas, foi notada e justificada pela Secom como questão de saúde.
Este evento destaca a dinâmica interna do governo, onde a interação entre os ministros e o presidente é crucial. A pressão sobre Haddad para se candidatar pode ter repercussões significativas na política paulista, especialmente considerando o clima eleitoral que se aproxima. A comunicação do governo, evidenciada pela ausência de Sidônio, também levanta questões sobre a estratégia de imagem e suporte em momentos críticos.

