O Índice de Proficiência em Inglês EF 2025 destacou que o Brasil, embora tenha avançado 16 pontos, ainda apresenta uma desigualdade significativa na proficiência do idioma. A diferença de até 169 pontos entre as capitais mais e menos proficientes evidencia a concentração de habilidades em regiões desenvolvidas, como o Sul e partes do Sudeste.
Em termos de pontuação, o Distrito Federal e estados como Rio Grande do Sul e Santa Catarina estão na faixa moderada, enquanto o Norte do país enfrenta um cenário preocupante, com cidades como Porto Velho apresentando pontuações muito baixas. Essa disparidade é resultado de fatores estruturais e históricos que limitam o acesso a uma educação de qualidade e a oportunidades de uso prático do inglês.
Os especialistas defendem a continuidade de políticas públicas eficazes que promovam a formação de professores e o acesso a recursos educacionais. A solução para essa desigualdade não está apenas na riqueza, mas na construção de um ambiente que favoreça o aprendizado e a prática do idioma, essencial para aumentar a mobilidade social e a empregabilidade no país.

