O governo dos Estados Unidos, liderado pelo presidente Donald Trump, anunciou, em 23 de dezembro de 2025, sanções contra cinco personalidades europeias, incluindo o ex-comissário francês Thierry Breton. Essas sanções proíbem a entrada dos indivíduos nos EUA devido ao seu apoio a uma regulação severa da tecnologia e ao combate à desinformação online, ações que o governo americano considera como uma forma de censura.
O Departamento de Estado dos EUA justificou as sanções, alegando que as iniciativas lideradas por figuras europeias têm como objetivo coagir plataformas digitais americanas e punir visões contrárias. Além de Breton, outros sancionados incluem representantes de ONGs do Reino Unido e da Alemanha, que atuam no combate à desinformação. As críticas à administração Trump surgem em resposta a essa medida, questionando a liberdade de expressão e o impacto das sanções nas relações transatlânticas.
As sanções podem intensificar as tensões entre os EUA e a Europa, especialmente em um momento em que as regulamentações digitais estão em debate. O governo europeu defende sua soberania e a necessidade de regulamentações que protejam os cidadãos. O desdobramento dessa situação pode afetar não apenas as relações políticas, mas também o cenário tecnológico global, à medida que as duas regiões buscam equilibrar segurança e liberdade na era digital.

