China propõe regras para regular inteligência artificial interativa

Gustavo Henrique Lima
Tempo: 1 min.

O órgão regulador cibernético da China divulgou, neste sábado, uma minuta de regras para regulamentar a inteligência artificial que simula interações humanas e emocionais. A proposta, que está em consulta pública, reflete o esforço de Pequim para lidar com a crescente adoção de tecnologias de IA voltadas ao consumidor, abordando questões éticas e de segurança.

As novas diretrizes exigem que os provedores de serviços de IA alertem os usuários sobre o uso excessivo e intervenham em casos de dependência. Além disso, os fornecedores deverão garantir a segurança ao longo do ciclo de vida dos produtos, assim como implementar um sistema de revisão de algoritmos e proteção de dados pessoais. A proposta também visa identificar e avaliar emoções dos usuários, tomando medidas em situações de comportamento viciante.

A minuta estabelece limites rigorosos para o conteúdo gerado, proibindo a disseminação de informações que possam ameaçar a segurança nacional ou promover violência. Com essas medidas, a China busca não apenas regular o setor de IA, mas também proteger os consumidores em um ambiente digital em rápida evolução.

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