O renomado trombonista Zé da Velha faleceu aos 84 anos no Rio de Janeiro, na sexta-feira, 26 de dezembro. Considerado uma das principais referências do choro e da música instrumental no Brasil, ele construiu uma carreira respeitada que influenciou gerações de músicos e deixou uma marca indelével na cena carioca.
Nascido em Aracaju em 1941, Zé da Velha começou a tocar trombone aos 15 anos, logo após se mudar para o Rio de Janeiro. Sua proximidade com artistas como Pixinguinha e seu convívio com músicos renomados consolidaram seu lugar na história da música brasileira. A sua morte, atribuída a uma infecção bacteriana após uma cirurgia decorrente de uma queda, foi lamentada por muitos, incluindo o trompetista Silvério Pontes, que destacou a amizade profunda entre eles.
O legado musical de Zé da Velha é inegável, com colaborações ao lado de grandes nomes da música brasileira, como Beth Carvalho e Martinho da Vila. Sua contribuição para o choro e a música instrumental continua a ser celebrada, e sua ausência deixa um vazio significativo na cultura musical do país. O impacto de sua trajetória será sentido por muito tempo, especialmente entre os que o conheceram e admiraram seu trabalho.

