Trump afirma que paz na Ucrânia está mais próxima, mas sem avanços concretos

Amanda Rocha
Tempo: 2 min.

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou no domingo (28) que a possibilidade de um acordo de paz para a Ucrânia está “mais perto do que nunca”, apesar de não ter revelado novos progressos nas negociações sobre a questão territorial. A declaração foi feita em Mar-a-Lago, após uma série de conversas com o presidente ucraniano, Volodimir Zelensky, e líderes russos. Trump, que prometeu encerrar o conflito no início de seu segundo mandato, indicou que em breve poderá haver uma avaliação das condições para o término da guerra.

Durante a reunião, Trump e Zelensky discutiram um plano de paz que envolve a criação de uma zona desmilitarizada e a interrupção das hostilidades na região do Donbass. No entanto, a Rússia ainda exige concessões territoriais, o que representa um desafio significativo para as negociações. Zelensky expressou cautela, ciente da complexidade das demandas de Moscou e da necessidade de aprovação popular na Ucrânia para qualquer acordo que envolva concessões de território.

As implicações dessas conversas são amplas, especialmente com o Kremlin pressionando por decisões rápidas de Kiev, enquanto líderes europeus permanecem preocupados com a possibilidade de um acordo que poderia encorajar a Rússia. A situação continua delicada, e a próxima teleconferência entre Zelensky e líderes europeus poderá traçar novos caminhos para as negociações. O contexto atual sugere que, embora a diplomacia esteja em curso, muitos obstáculos ainda precisam ser superados antes que um verdadeiro acordo de paz possa ser alcançado.

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