Em 29 de dezembro, o Conselho de Ministros da Itália aprovou um decreto que prorroga o auxílio militar à Ucrânia. A decisão, que estava prevista para ser anunciada no início do mês, foi adiada para permitir modificações no texto, enfatizando a importância da ajuda civil e o uso defensivo das armas enviadas.
A nova prorrogação, a 11ª desde o início do conflito, ocorre mesmo com a oposição do partido Liga, que é contra a assistência militar adicional a Kiev. A primeira-ministra, Giorgia Meloni, reiterou o compromisso do governo em apoiar a Ucrânia pelo tempo que for necessário, destacando a urgência de ampliar não apenas o envio de armamentos, mas também as intervenções voltadas à assistência humanitária.
Embora o governo italiano ainda não tenha definido os detalhes sobre a quantidade e tipo de ajuda a ser enviada, mantém a autorização para continuar os envios. As decisões sobre os pacotes de armas, munições e equipamentos a serem encaminhados serão tomadas pela primeira-ministra Meloni, com foco em suprimentos logísticos e médicos, além de equipamentos antiaéreos.

