Ataque a tiros em Bondi: suspeitos agem sozinhos, diz polícia australiana

Gustavo Henrique Lima
Tempo: 1 min.

Um homem de nacionalidade indiana e seu filho australiano foram acusados de um ataque a tiros na praia de Bondi, na Austrália, que deixou 15 mortos. Segundo a polícia, ambos agiram sozinhos e não pertencem a uma célula terrorista mais ampla. O crime ocorreu em 14 de dezembro, durante a celebração do Hanukkah, e foi inspirado por ideais do grupo jihadista Estado Islâmico.

A comissária da Polícia Federal Australiana, Krissy Barrett, afirmou que não há evidências de que os suspeitos tenham sido instruídos por outros ou que tenham vínculos com um grupo extremista maior. Os homens viajaram para Davao, nas Filipinas, antes do ataque, o que levantou suspeitas sobre contatos com extremistas locais. A polícia investiga a natureza dessa viagem, embora Barrett tenha enfatizado que não se tratou de turismo.

Sajid Akram, de 50 anos, foi morto durante a abordagem policial, enquanto seu filho, Naveed, de 24 anos, permanece detido e enfrenta 15 acusações de assassinato. A polícia acredita que o ataque foi planejado com antecedência, evidenciado por imagens de treinamento em um campo australiano. As investigações continuam para esclarecer todos os aspectos do caso e as motivações dos suspeitos.

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