França discute homenagens a Brigitte Bardot após sua morte aos 91 anos

Isabela Moraes
Tempo: 1 min.

Brigitte Bardot, icônica atriz francesa, faleceu no último domingo, aos 91 anos, em sua residência no sul da França. A notícia gerou um intenso debate entre os políticos do país, que se dividem sobre a forma adequada de prestar homenagens a uma figura que se tornou polarizadora devido às suas opiniões de extrema direita nos últimos anos.

O presidente Emmanuel Macron a descreveu como uma ‘lenda’ do cinema do século XX, enquanto figuras da extrema direita, como Marine Le Pen, lamentaram sua morte. Contudo, políticos de esquerda expressaram reservas em relação a homenagens, destacando suas polêmicas, como condenações por discurso de ódio. A proposta de um funeral nacional, apoiada por alguns, contrasta com críticas que enfatizam a complexidade do legado de Bardot.

Além disso, a prefeitura de Saint-Tropez anunciou que Bardot será sepultada em um cemitério local, apesar de sua vontade de um enterro mais simples. A discussão em torno de suas homenagens reflete não apenas a admiração pelo seu trabalho no cinema, mas também os desafios de reconciliar seu legado artístico com suas controvérsias políticas.

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