A Polícia Federal (PF) comunicou ao Supremo Tribunal Federal (STF) que um dos passaportes do general Augusto Heleno não foi entregue, embora todos os seus documentos estejam cancelados ou suspensos. A defesa do militar refuta essa afirmação, alegando que o passaporte foi devidamente recolhido durante operações em fevereiro de 2024.
Em um ofício, a PF destaca que o passaporte questionado não consta entre os documentos listados, gerando controvérsia sobre o cumprimento das normas. A defesa sustenta que não existem pendências e que toda a documentação foi apresentada no momento das diligências, reforçando a boa-fé do general ao cooperar com a investigação.
A situação é crítica, uma vez que Augusto Heleno cumpre prisão domiciliar e está sujeito a restrições judiciais. O desfecho desse impasse poderá afetar a percepção pública sobre os procedimentos da PF e as condições sob as quais o general está detido, além de influenciar futuras decisões judiciais sobre sua situação.

