Em 1º de janeiro de 2026, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva sancionou a Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) para o ano de 2026, porém, com vetos parciais. Um dos principais trechos vetados foi o que previa um aumento de cerca de R$ 160 milhões no fundo partidário, uma decisão que agora será submetida à análise do Congresso Nacional, que poderá optar por derrubar o veto.
A LDO de 2026 estabelece diretrizes para a elaboração e execução do orçamento federal, fixando uma meta de superávit primário de R$ 34,2 bilhões. O governo também definiu um intervalo de tolerância que vai de um limite superior de R$ 68,5 bilhões a um limite inferior de R$ 0, ou seja, um déficit zero, refletindo uma postura fiscal conservadora.
A possível derrubada do veto pelo Congresso pode gerar um impacto significativo nas finanças partidárias e influenciar o cenário político do país. A negociação em torno do fundo partidário é uma questão sensível e pode afetar a dinâmica das alianças políticas e o financiamento das campanhas eleitorais.

