Venezuela afirma que produção de petróleo segue normal após ataque dos EUA

Gustavo Henrique Lima
Tempo: 1 min.

Em 3 de janeiro de 2026, fontes da empresa estatal PDVSA afirmaram que as instalações de petróleo na Venezuela não sofreram danos durante um ataque militar dos EUA, que resultou na captura do presidente Nicolás Maduro. As operações de produção e refino do petróleo continuaram normalmente, apesar das tensões políticas e das pressões internacionais sobre o país.

O ataque teve como pano de fundo a acusação de tráfico de drogas contra Maduro, que levou o presidente dos EUA a declarar um bloqueio aos navios petroleiros que entram ou saem da Venezuela. Esse bloqueio já havia reduzido significativamente as exportações de petróleo venezuelano, que caíram para cerca de 475.000 barris por dia, metade do volume registrado em novembro, gerando preocupações sobre o futuro econômico do país.

As consequências deste ataque ainda estão sendo avaliadas, especialmente em relação ao mercado global de petróleo e ao impacto nas operações da PDVSA. A empresa já enfrentava desafios devido a um ataque cibernético anterior e agora pode ter que lidar com a crescente incerteza no setor, que pode afetar ainda mais as suas operações e a economia local.

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