O presidente da Colômbia, Gustavo Petro, manifestou preocupação nas redes sociais sobre os relatos de explosões e atividade aérea incomum na Venezuela, destacando a necessidade de uma ação internacional. O Ministério das Relações Exteriores da Rússia condenou o ataque realizado pelos Estados Unidos, que resultou na captura do presidente venezuelano, Nicolás Maduro, descrevendo a ação como um “ato de agressão armada”. Cuba, por meio de seu presidente, Miguel Díaz-Canel, também se posicionou contra a intervenção, clamando por uma resposta urgente da comunidade internacional.
O discurso dos líderes latino-americanos e do governo russo reflete um crescente temor sobre as repercussões do ataque, que pode intensificar as tensões na região. O ex-presidente da Bolívia, Evo Morales, também se manifestou, caracterizando a ação militar dos EUA como uma violação da soberania venezuelana. A situação atual exige atenção, pois pode resultar em uma escalada de conflitos e uma resposta coordenada entre as nações da América Latina.
A condenação unânime ao ataque sugere que a América Latina busca uma postura mais coesa frente a intervenções externas. As declarações de líderes como Petro e Díaz-Canel ressaltam a importância do diálogo e da diplomacia em tempos de crise. A comunidade internacional é chamada a agir, evitando que o cenário se agrave e promovendo a paz na região.

