Na madrugada deste sábado, 3, os Estados Unidos realizaram uma série de bombardeios na Venezuela, conforme anunciado pelo presidente Donald Trump, que afirmou ter capturado o presidente Nicolás Maduro. As explosões foram registradas em Caracas e em áreas adjacentes, começando antes das 2h locais. As forças americanas visavam alvos militares, incluindo o complexo Fuerte Tiuna, sede do Ministério da Defesa.
Os ataques geraram intenso temor entre a população, com relatos de moradores fugindo de suas casas. O governo venezuelano, através do ministro da Defesa, acusou os EUA de atacar áreas residenciais, mas não divulgou números de vítimas até o momento. A situação continua em desenvolvimento, com a vice-presidente exigindo evidências sobre a condição de Maduro e sua esposa.
As reações globais não tardaram, com a Rússia e o Irã condenando os ataques e chamando-os de violação da soberania venezuelana. O presidente brasileiro, Luiz Inácio Lula da Silva, também criticou a ação como uma afronta à soberania da Venezuela. A comunidade internacional observa atentamente, enquanto a Venezuela solicita uma reunião de emergência do Conselho de Segurança da ONU.

