EUA intensificam pressão militar sobre a Venezuela com captura de Maduro

Camila Pires
Tempo: 2 min.

No dia 3 de janeiro de 2026, os Estados Unidos capturaram o presidente Nicolás Maduro em uma operação militar que marca um ponto culminante nas tensões entre os dois países. A administração Trump, que o classifica como um líder ilegítimo e chefe de um “estado narco-terrorista”, tem promovido uma campanha de pressão que inclui sanções e ações militares para forçar a saída de Maduro do poder.

Nos últimos anos, a pressão dos EUA sobre Maduro cresceu significativamente, com múltiplas acusações e a elevação da recompensa por sua captura. A operação militar realizada no Caribe, a maior desde a crise dos mísseis de Cuba, é vista como uma tentativa de eliminar o que os EUA consideram uma ameaça à segurança internacional, ao mesmo tempo em que busca garantir o controle sobre os recursos petrolíferos da Venezuela. Especialistas têm questionado a legalidade dessas ações, que resultaram em altos números de vítimas e acusações de operações ilegais.

A captura de Maduro pode ter desdobramentos significativos, tanto para a política interna da Venezuela quanto para as relações internacionais. A administração Trump pretende usar essa ação como um meio de justificar futuras operações e um endurecimento de sua postura em relação a Caracas. Com isso, a situação na Venezuela poderá se agravar, levando a um aumento da instabilidade na região e a possíveis repercussões internacionais.

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