Na madrugada do dia 3 de janeiro de 2026, a Venezuela mergulha em uma crise profunda após a captura do presidente Nicolás Maduro e de sua esposa em uma operação militar dos Estados Unidos. A vice-presidente Delcy Rodríguez, figura proeminente do chavismo, surge como a possível sucessora, exigindo publicamente provas de vida do casal e convocando as Forças Armadas para mobilização em defesa do país.
Delcy Rodríguez, de 56 anos, é uma influente política e advogada com uma longa trajetória no governo venezuelano, tendo ocupado diversos cargos, incluindo ministra de Relações Exteriores e presidente da Assembleia Constituinte. Sua ascensão ao centro das atenções ocorre em um momento crítico, com a Constituição permitindo que a vice-presidente assuma interinamente o cargo em caso de ausência definitiva do presidente. Esse cenário a coloca como protagonista em um momento histórico para a Venezuela.
Entretanto, a nova posição de Delcy não é isenta de desafios. Com sanções internacionais que restringem sua circulação e congelam seus bens, ela terá que enfrentar a tarefa monumental de estabilizar a economia e manter a coesão do regime chavista. A ausência de Maduro e a ascensão de Rodríguez representam um ponto de inflexão, com a vice-presidente se preparando para um papel que pode determinar o futuro da Venezuela e do chavismo.

