Na madrugada de sábado, 3 de janeiro de 2026, os Estados Unidos realizaram um ataque militar à Venezuela, resultando na captura do presidente Nicolás Maduro. A operação foi classificada como a maior ação militar americana desde a Segunda Guerra Mundial, gerando reações imediatas de líderes internacionais e desafiando normas do direito internacional.
O ataque foi amplamente condenado por países aliados da Venezuela, como Irã e Cuba, que alertaram sobre as consequências perigosas da ação. O presidente brasileiro, Luiz Inácio Lula da Silva, expressou preocupação e pediu uma resposta vigorosa da ONU, ressaltando a necessidade de diálogo e cooperação. Em contrapartida, o presidente argentino, Javier Milei, comemorou a ação, demonstrando a divisão de opiniões sobre o ocorrido.
Os desdobramentos desse ataque podem alterar o equilíbrio de poder na América Latina e impactar as relações internacionais, com a ONU e outras organizações sendo chamadas a intervir. A resposta da comunidade internacional será crucial para evitar uma escalada de conflitos e garantir a estabilidade na região, onde a soberania e a integridade territorial da Venezuela estão em jogo.

