Durante uma coletiva de imprensa em Mar-a-Lago, na Flórida, o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou que a operação militar na Venezuela é uma mensagem direta para Cuba. Ele criticou a administração do presidente cubano, enfatizando que o povo de Cuba tem sofrido com a gestão atual. Embora não tenha mencionado Miguel Díaz-Canel diretamente, suas declarações destacaram a insatisfação com o governo cubano e a situação econômica do país.
Trump descreveu Cuba como uma “nação falida” e expressou a intenção de ajudar o povo cubano e aqueles que fugiram do regime. Em apoio à declaração de Trump, o secretário de Estado americano, Marco Rubio, acusou a liderança cubana de contribuir para a proteção do governo de Nicolás Maduro, afirmando que a situação na Venezuela é um colapso total. Rubio reforçou a seriedade das ações dos Estados Unidos e a determinação de Trump em não apenas falar, mas agir em defesa dos interesses nacionais.
As declarações de Trump e Rubio levantam questões sobre as futuras relações entre os Estados Unidos, Cuba e a Venezuela. A ênfase na ação militar como resposta à crise venezuelana sugere um endurecimento da política externa americana na região. Além disso, a situação pode influenciar as percepções sobre a capacidade dos Estados Unidos de intervir em crises na América Latina, especialmente em relação a regimes considerados adversários.

