Na madrugada de sábado, as forças especiais dos Estados Unidos realizaram uma operação em Caracas, resultando na captura do presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, e de sua esposa, Cilia Flores. Esta ação, que culminou meses de pressão militar e operações clandestinas, teve como objetivo processar Maduro por acusações de narcoterrorismo nos tribunais americanos. A operação foi rápida, com duração inferior a meia hora, mas envolveu semanas de planejamento e uma imponente mobilização de recursos militares.
A operação foi descrita pelo presidente Donald Trump como um ‘ataque espetacular’, e as forças americanas conseguiram neutralizar a defesa aérea venezuelana antes de aterrissar no complexo presidencial. Durante o confronto, os militares dos EUA enfrentaram resistência, mas conseguiram capturar os líderes venezuelanos sem sofrer baixas significativas. A intervenção é um marco histórico, pois é a primeira vez em mais de três décadas que um líder estrangeiro em exercício é capturado por uma força militar americana.
As implicações desta operação são vastas, levantando questões sobre a soberania da Venezuela e a legalidade da intervenção militar dos Estados Unidos. Trump afirmou que o país continuaria a supervisionar a Venezuela até que uma transição de poder segura pudesse ser estabelecida. A operação também suscitou debates no Congresso sobre a necessidade de autorização para tais ações militares, destacando a fragilidade das relações diplomáticas entre os dois países.

