O músico britânico Roger Waters manifestou apoio ao governo da Venezuela em meio a recentes tensões com os Estados Unidos, que incluem a suposta captura de Nicolás Maduro. Em uma declaração nas redes sociais, ele condenou a intervenção americana, qualificando-a como uma violação da soberania e uma forma de “intervencionismo imperial”. Waters expressou estar “paralisado” pela agressão contra o povo venezuelano, enfatizando que a maioria do mundo reprova essas ações.
A posição de Waters se alinha com seu histórico de apoio ao chavismo e críticas à política externa dos EUA. Desde 2019, ele tem defendido Maduro e questionado as alegações de autoritarismo na Venezuela, ignorando as acusações de violações de direitos humanos. Em declarações anteriores, o artista rejeitou iniciativas de ajuda, considerando-as disfarces para intervenções externas, e reiterou que a Venezuela vive uma “democracia real”.
A crítica de Waters não é um episódio isolado, mas parte de seu engajamento contínuo com a política venezuelana. A captura de Maduro e as ações subsequentes do governo dos EUA, que incluem a administração temporária da Venezuela, aumentam a instabilidade na região e reabrem o debate sobre a intervenção internacional. A resposta do músico reflete um apoio consistente ao regime chavista, mesmo diante de diversas críticas internacionais.

