China e aliados pedem libertação de Maduro após ataque dos EUA

Fernanda Scano
Tempo: 1 min.

Neste domingo, a China exigiu a libertação imediata de Nicolás Maduro, líder venezuelano detido em Nova York, e criticou o que classificou como ‘comportamento hegemônico’ dos Estados Unidos. O apelo foi feito após uma operação militar americana que resultou na prisão de Maduro e sua esposa, Cilia Flores, em um ataque a alvos na Venezuela.

O Ministério das Relações Exteriores da China descreveu a ação dos EUA como uma ‘clara violação do direito internacional’, reiterando a necessidade de garantir a segurança pessoal de Maduro e sua esposa. Outros países aliados, como Rússia, Irã e Cuba, também expressaram sua indignação e solicitaram o fim das hostilidades, ressaltando a importância do diálogo para resolver a crise.

As declarações de apoio à Venezuela indicam uma crescente tensão nas relações internacionais. O Kremlin, por exemplo, criticou os EUA por um ‘ato de agressão armada’, enquanto o Irã denunciou a violação da soberania venezuelana. Esse cenário pode trazer desdobramentos significativos para a estabilidade da América Latina e para as relações entre as potências globais.

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